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ROMA ANTIGA: VÍDEO E JOGO

A história da Roma Antiga é fascinante em função da cultura desenvolvida e dos avanços conseguidos por esta civilização. De uma pequena cidade, tornou-se um dos maiores impérios da antiguidade. Dos romanos, herdamos uma série de características culturais. O direito romano, até os dias de hoje está presente na cultura ocidental, assim como o latim, que deu origem a língua portuguesa, francesa, italiana e espanhola.

Origem de Roma: explicação mitológica
Os romanos explicavam a origem de sua cidade através do mito de Rômulo e Remo. Segundo a mitologia romana, os gêmeos foram jogados no rio Tibre, na Itália. Resgatados por uma loba, que os amamentou, foram criados posteriormente por um casal de pastores. Adultos, retornam a cidade natal de Alba Longa e ganham terras para fundar uma nova cidade que seria Roma.

Origens de Roma : explicação histórica e Monarquia Romana (753 a.C a 509 a.C)
De acordo com os historiadores, a fundação de Roma resulta da mistura de três povos que foram habitar a região da Península Itálica: gregos, etruscos e italiotas. Desenvolveram na região uma economia baseada na agricultura e nas atividades pastoris. A sociedade, nesta época, era formada por patrícios ( nobres proprietários de terras ) e plebeus ( comerciantes, artesãos e pequenos proprietários ). O sistema político era a monarquia, já que a cidade era governada por um rei de origem patrícia.
A religião neste período era politeísta, adotando deuses semelhantes aos dos gregos, porém com nomes diferentes. Nas artes destacava-se a pintura de afrescos, murais decorativos e esculturas com influências gregas.
http://www.suapesquisa.com/imperioromano/

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Conheça ALEXANDRE, o grande...

Alexandre III Magno ou Alexandre, o Grande, rei da Macedônia, filho do imperador Fellipe II da Macedônia e  de Olímpia, princesa de Epiro, nasceu entre 20 e 30 de julho de 356 a .C, na região de Pella na Babilônia. Alexandre, conquistador do Império Persa, foi um dos mais importantes militares do mundo antigo.

Na sua infância teve como tutor Aristóteles, que ensinou-lhe retórica e literatura, e estimulou seu interesse pelas ciências, medicina e filosofia. No verão do ano 336 a.C., seu pai, Felipe II foi assassinado e Alexandre subiu ao trono da Macedônia, dando início à trajetória de um dos maiores conquistadores da História.

Alexandre destacou-se pelo brilhantismo tático e pela rapidez com que atravessava grandes territórios. Ainda que valente e generoso, era cruel quando a situação política assim o exigia. Cometeu alguns atos dos quais se arrependeu, como o assassinato de seu amigo Clito em um momento de embriaguez. Como político e dirigente, teve planos grandiosos. Segundo alguns historiadores, elaborou um projeto de unificar o Oriente e o Ocidente em um império mundial. Acredita-se que cerca de 30 mil jovens persas foram educados na cultura grega e em táticas militares macedônicas, sendo aceitos no exército de Alexandre. Ele também adotou costumes persas e casou com mulheres orientais: Estatira ou Stateira, filha mais velha de Dario, e com Roxana, filha do sátrapa Bactriana Oxiartes. Além disso, subornou seus oficiais para que aceitassem mulheres persas como esposas.

Alexandre ordenou que após sua morte,  as cidades gregas  lhe adorassem como um deus. Ainda que provavelmente tenha dado a ordem por razões políticas, segundo sua própria opinião e a de alguns contemporâneos, ele se considerava de origem divina.

Para unificar suas conquistas, Alexandre fundou várias cidades ao longo de seus territórios, muitas das quais se chamaram Alexandria em sua homenagem. Essas cidades eram bem situadas, bem pavimentadas e contavam com bom serviço de abastecimento de água. Eram autônomas, mas sujeitas aos editos do rei. Os veteranos gregos de seu exército, bem como os soldados jovens, negociantes, comerciantes e eruditos, se instalaram nelas, levando consigo a cultura e a língua gregas. Assim, Alexandre estendeu amplamente a influência da civilização grega e preparou o caminho para os reinos do período helenístico e para a posterior expansão de Roma.
Fonte: http://www.sohistoria.com.br/biografias/alexandre/

PARA JOGAR "ALEXANDRE" NESTE BLOG


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A Formação de Portugal e a Expansão Marítima

Após a deflagração da Revolução de Avis, Portugal passou por um processo de mudanças onde a nacionalização dos impostos, leis e exércitos favoreceram a ascendência das atividades comerciais de sua burguesia mercantil. 

A prosperidade material alcançada por meio desse conjunto de medidas ofereceu condições para o investimento em novas empreitadas mercantis.

Analise o infográfico abaixo e conheça o processo de Formação de Portugal




Nesse período, as principais rotas comerciais estavam voltadas no trânsito entre a Ásia (China, Pérsia, Japão e Índia) e as nações mercantilistas européias. Parte desse câmbio de mercadorias era intermediada pelos muçulmanos que, via Mar Mediterrâneo, introduziam as especiarias orientais na Europa. Pelas vias terrestres, os comerciantes italianos monopolizavam a entrada de produtos orientais no continente.

A burguesia portuguesa, buscando se livrar dos altos preços cobrados por esses intermediários e almejando maiores lucros, tentaram consolidar novas rotas marítimas que fizessem o contato direto com os comerciantes orientais. Patrocinados pelo interesse do infante Dom Henrique, vários navegadores, cartógrafos, cosmógrafos e homens do mar foram reunidos na região de Sagres, que se tronou um grande centro da tecnologia marítima da época.

Em 1415, a Conquista de Ceuta iniciou um processo de consolidação de colônias portuguesas na costa africana e de algumas ilhas do Oceano Atlântico. Esse primeiro momento da expansão marítima portuguesa alcançou seu ápice quando os navios portugueses ultrapassaram o Cabo das Tormentas (atual Cabo da Boa Esperança), que até então era um dos limites do mundo conhecido.

É interessante notar que mesmo com as inovações tecnológicas e o grande interesse comercial do mundo moderno, vários mitos Antigos e Medievais faziam da experiência ultramarina um grande desafio. Os marinheiros e navegadores da época temiam a brutalidade dos mares além das Tormentas. Diversos relatos fazem referência sobre as temperaturas escaldantes e as feras do mar que habitavam tais regiões marítimas.

No ano de 1497, o navegador Vasco da Gama empreendeu as últimas explorações que concretizaram a rota rumo às Índias, via a circunavegação do continente africano. Com essa descoberta o projeto de expansão marítima de Portugal parecia ter concretizado seus planos. No entanto, o início das explorações marítimas espanholas firmou uma concorrência entre Portugal e Espanha que abriu caminho para um conjunto de acordos diplomáticos (Bula Intercoetera e Tratado de Tordesilhas) que preestabeleceram os territórios a serem explorados por ambas as nações.

O processo de expansão marítima português chegou ao seu auge quando, em 1500, o navegador Pedro Álvares Cabral anunciou a descoberta das terras brasileiras. Mesmo alegando a descoberta nessa época, alguns historiadores defendem que essa descoberta foi estabelecida anteriormente. Anos depois, com a ascensão do processo de expansão marítima de outras nações européias e a decadência dos empreendimentos comercias portugueses no Oriente, as terras do Brasil tornaram-se o principal foco do mercantilismo português.
Por Rainer Gonçalves Sousa do site:http://mundoeducacao.uol.com.br/historiageral/a-expansao-maritima-portuguesa.htm
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Piadas Históricas: Monty Python e Chapolin

A piada ou a anedota é uma forma breve de história com a finalidade de fazer rir e os registros mais antigos datam dos sumérios há 1900 a.C. Além de envolver a todos para a compreensão dos relatos, as piadas conseguem fazer refletir sobre diversos assuntos e podem ter inúmeros significados inclusive na sociedade. Existem anedotas que remetem a preconceitos (ESTAS DEVEM SER BANIDAS DO NOSSO REPERTÓRIO, OK?), aos papéis sociais ocupados por homens, mulheres e homossexuais, etc.
     Nesta postagem vamos abordar aquelas com conteúdos históricos, ou seja, inspiradas em acontecimentos ou processos da História. O humor aqui é traduzido para a televisão em grandes obras e personagens marcantes. Peço que assista aos vídeos a seguir e tente relacionar com os períodos e fatos históricos mencionados, mas claro com muito senso crítico... VAMOS LÁ!

COMEÇO COM OS GRANDES HUMORISTAS DAS DÉCADAS DE 70 E 80, MONTY PYTHON: 


Episódio 1: Como identificar um bruxa


Episódio 2: O coelho assassino


AGORA O CHAPOLIN NAS NAVEGAÇÕES:
PRIMEIRA PARTE:


SEGUNDA PARTE:


TERCEIRA PARTE:

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Mercantilismo e Navegações em jogos e videos

Mercantilismo é o conjunto de práticas e idéias econômicas desenvolvidas na Europa entre o séc. XV e XVIII. O nome mercantilismo foi criado pelo economista Adam Smith em 1776. O mercantilismo tinha por objetivo fortalecer o Estado e enriquecer a burguesia, para isso, era preciso ampliar a economia para dar mais lucro afim de que a população pudesse pagar mais impostos. Consideravam que a exportação (na linguagem de hoje) é que traria riquezas e vantagens e assim começou uma competição comercial. Ocorreu então o metalismo, que era o acumulo de moedas dentro do país e isso era considerado um sinal de que o objetivo havia sido alcançado. O único recurso encontrado então foi aplicar uma balança comercial favorável para manter o equilíbrio monetário que para eles era exportar mais e importar menos. 
     Antes de comentar assista ao vídeo abaixo e faça os jogos propostos aqui!




JOGO DO MERCANTILISMO


JOGO DOS NAVEGADORES: AQUI VOCÊ É O NAVEGADOR

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REVISÃO: Relembre ATENAS e ESPARTA jogando!

Os jogos nos ajudam a memorizar melhor as ideias e conceitos da aula de História e, ao mesmo tempo, trabalham como facilitadores do processo de ensino-aprendizagem. Portanto, aproveitem para jogar o máximo que puderem, mas tendo sempre em mente que é preciso estudar antes e depois de qualquer atividade, principalmente estas...

PRIMEIRO UM JOGO SOBRE ESPARTA: 
VOCÊ É UM BOM OBSERVADOR???
SABE O QUE QUER DIZER CADA UMA DESTAS PALAVRAS????




SEGUNDO JOGO:
VOCÊ CONSEGUE DIFERENCIAR ESPARTA DE ATENAS?
 VAMOS VER...




TERCEIRO JOGO SOBRE ATENAS:
 SE VOCÊ CONSEGUIU O PRIMEIRO 
ESTE VAI SER FÁCIL!!! 
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Matemática e História: o que você acha?


A base da revolução matemática exercida pela civilização Grega partiu de uma idéia muito simples. Enquanto Egípcios e Babilônicos perguntavam: “como”? os filósofos gregos passaram a indagar: “por quê”? Assim, a matemática que até este momento era, essencialmente, prática, passou a ter seu desenvolvimento voltado para conceituação, teoremas e axiomas.

A matemática, através da história, não pode ser separada da astronomia. Foram as necessidades relacionadas com a irrigação, agricultura e com a navegação que concederam à astronomia o primeiro lugar nas ciências, determinando o rumo da matemática.

Dois fatores estimularam e facilitaram o grande desenvolvimento da ciência e da matemática pelos filósofos gregos: a substituição da escrita grosseira do antigo oriente por um alfabeto fácil de aprender e a introdução da moeda cunhada, o que estimulou ainda mais o comércio.

A matemática moderna teve origem no racionalismo jônico, e teve como principal estimulador Tales de Mileto, considerado o pai da matemática moderna. Este racionalismo objetivou o estudo de quatro pontos fundamentais: compreensão do lugar do homem no universo conforme um esquema racional, encontrar a ordem no caos, ordenar as idéias em seqüências lógicas e obtenção de princípios fundamentais. Estes pontos partiram da observação que os povos orientais tinham deixado de fazer todo o processo de racionalização de sua matemática, contentando-se, tão somente, com sua aplicação.

Neste período começam a surgir as primeiras divisões nas ciências. Na Grécia surgem dois grupos distintos de filósofos: os Sofistas e os Pitagóricos, os quais passam a analisar as ciências de dois modos diferentes.

            Os Sofistas abordavam os problemas de natureza matemática como uma investigação filosófica do mundo natural e moral, desenvolvendo uma matemática mais voltada à compreensão do que à utilidade. É o começo da abstração matemática, em detrimento da matemática essencialmente prática.

Os Pitagóricos, sociedade secreta criada por Pitágoras de Samos, enfatizavam o estudo dos elementos imutáveis da natureza e da sociedade. O chefe desta sociedade foi Arquitas de Tarento. Os Pitagóricos estudavam o quadrivium (geometria, aritmética, astronomia e música). Sua filosofia pode ser resumida na expressão “tudo é número”, com a qual diziam que tudo na natureza pode ser expresso por meio dos números. Pitágoras dizia que: “tudo na natureza está arranjado conforme as formas e os números”. Aos Pitagóricos (Pitágoras, principalmente) podemos creditar duas descobertas importantes: o conceito de número irracional por meio de segmentos de retas incomensuráveis e a axiomatização das relações entre os lados de um triângulo retângulo (teorema de Pitágoras), que já era conhecido por babilônicos e egípcios.

ASSISTA AGORA DONALD NO PAÍS DA MATEMÁTICA E DESCUBRA COMO A ESTA IMPORTANTE CIÊNCIA PODE SER RELACIONADA À GRÉCIA ANTIGA.


            Da matemática da antiguidade, fundamental a nós hoje, podemos citar: processos de contagem, numeração, trigonometria, astronomia, geometria plana e volumes de corpos sólidos, sistema sexagesimal, equações quadráticas e bi-quadráticas, relações métricas nos triângulos retângulos, seções cônicas e o método de exaustão, que foi o germe do cálculo integral.

QUE TAL UM JOGO AGORA???
JOGUE QUAL É O MATEMÁTICO AGORA MESMO: 

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Conheça a Acrópole Grega agora mesmo...

Este monumento foi erguido por volta do ano 450 a.C. Situa-se na cidade de Atenas (capital da Grécia) numa colina rochosa de aproximadamente 150 metros de altitude. Esta construção foi realizada pelos atenienses em homenagem a deusa Atenas (protetora da cidade).

O Parthenon é a principal construção da Acrópole, pois era o templo mais importante de Atenas. Participaram da construção, dois importantes arquitetos gregos da antiguidade: Calicrates e Ictinus. Participou também o escultor Fídias, um dos mais importantes da época.

Atualmente encontramos apenas ruínas da acrópole, pois ela foi alvo de vários ataques militares durante a história. Recentemente o conjunto arquitetônico passou por um processo de restauração. Foi utilizado o mármore para a construção do Parthenon. 

Em 2007, foi eleita como uma das Sete Novas Maravilhas do Mundo. Atualmente é um dos principais pontos turísticos da Grécia e símbolo cultural da cidade de Atenas. A Acrópole de Atenas é um Patrimônio da Humanidade (título conferido pela UNESCO). 

PARA FAZER UMA VISITA VIRTUAL À ACRÓPOLE GREGA


Agora assista ao vídeo que mostra uma animação contando a história de um dos monumentos mais importantes da História da Humanidade: o PARTHENON.



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Trabalho: Mitologia Grega

Está postagem é dedicada aos alunos que estão fazendo o trabalho sobre Representações da Mitologia Grega na disciplina de História este bimestre. Além de procurar esclarecer ós objetivos do trabalho este espaço deve ser utilizado para os estudantes expressarem suas dúvidas ao professor.

Primeiramente o objetivo destas atividades é ampliar os conhecimentos sobre Mitologia Grega através da observação crítica de suas representações pelas diferentes formas artísticas atuais como: filme, história em quadrinho (HQ), desenho animado e game. 

Este trabalho será realizado em três etapas: 1. Questões; 2. Texto (Prova) e 3. Painel.
Na primeira etapa os alunos são divididos em grupos (Filme, HQ, Desenhos e Games) e cada um deve escolher um mito e uma forma de representação (exemplo, mito: Perseu e Medusa; representação: Filme Fúria de titãs 1981), feito isso cada aluno deverá responder as questões entregues pelos professor. (Pontuação: 3,5)

Na segunda etapa, os alunos escreverão um texto em forma de redação no dia marcado pelo professor. A atividade será feita em sala e aplicada como uma prova, portanto, sem consulta, mas os alunos podem ir treinando seu texto em casa, pois o professor já disse qual questão eles terão que responder (Relacione o mito com a representação que você escolheu). (Pontuação: 3,5)

Na última etapa, os alunos farão um painel em sala para exposição, cada um deverá trazer para o dia marcado imagens e ideias para preencher o painel do seu grupo. (Pontuação: 3,0)

Apesar do trabalho ser avaliado e desenvolvido individualmente, as classes foram divididas em grupos (Filme, HQ, Games e Desenhos) apenas para diferenciar as tarefas e realizar a etapa final do Painel.

Questões por Grupo:

GRUPO: FILMES E MITOLOGIA

1. Contexto de Produção:
·        Quando e onde o filme foi produzido?
·        Quem o produziu e quem o dirigiu?
·        Como o filme foi recebido pela crítica?
2. Mitologia e enredo:
·        Qual mito grego foi representado no filme?
·        Quais as cenas marcantes?
·        Quais elementos da mitologia foram excluídos e incluídos no filme?
·        Como os elementos históricos são apresentados: cenário, figurino, linguagem, etc.
·        Compare os personagens do filme com os do mito escolhido.

GRUPO: DESENHOS ANIMADOS E MITOLOGIA

1. Contexto de Produção:
·        Quando e onde o desenho foi produzido?
·        Quem o produziu e quem o dirigiu?
·        Quais os elementos fantásticos do desenho?
2. Mitologia e enredo:
·        Qual mito grego foi representado no desenho?
·        Quais as cenas marcantes?
·        Quais elementos da mitologia foram excluídos e incluídos no desenho?
·        Como os elementos históricos são apresentados: cenário, figurino, linguagem, etc.
·        Compare os personagens do desenho com os do mito escolhido.

GRUPO: QUADRINHOS E MITOLOGIA

1. Contexto e Técnica de Produção:
·        Quando e onde o quadrinho foi produzido? Quem é o autor?
·        Explique as principais características visuais do quadrinho.
·        Explique o uso de textos nos quadrinhos

2. Mitologia e enredo:
·        Qual mito grego foi representado na HQ?
·        Quais as cenas marcantes?
·        Quais elementos da mitologia foram excluídos e incluídos na HQ?
·        Como os elementos históricos são apresentados: cenário, figurino, linguagem, etc...
·        Compare os personagens da HQ com os do mito escolhido.

GRUPO: GAMES E MITOLOGIA

1. Contexto e Técnica de Produção:
·        Quando e onde o game foi produzido? Quem o produziu e para qual aparelho foi feito?
·        Explique como funcionam os comandos do jogo.
·        Conte um pouco sobre a dinâmica presente em cada fase do jogo e sua relação com os mitos.
2. Mitologia e enredo:
·        Qual mito grego foi representado no game?
·        Quais as cenas marcantes?
·        Quais elementos da mitologia foram excluídos e incluídos no jogo?
·        Como os elementos históricos são apresentados: cenário, figurino, linguagem, etc...
·        Compare os personagens do jogo com os do mito escolhido.


ESCREVA SUAS DÚVIDAS PARA O PROFESSOR RESPONDER:
NÃO ESQUEÇA DE ENTRAR NA PÁGINA DE JOGOS DESTE BLOG E DE LER AS DEMAIS POSTAGENS SOBRE HISTÓRIA ANTIGA PARA ESTUDAR PARA O TRABALHO E PARA A PROVA BIMESTRAL.
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Visite a Basílica de São Pedro e teste seus conhecimentos com o jogo da Reforma Protestante

    A Basílica de São Pedro, na qual são celebradas as mais importantes cerimônias da Igreja Católica, se localiza sobre o terreno onde foi erguida pelo imperador Constantino, entre os anos 324 e 349, uma pequena basílica com o objetivo de honrar o túmulo do primeiro Papa, o apóstolo Pedro.

    Localizada também no local onde existiu o Circo de Nero, a Basílica teve sua primeira pedra assentada em 18 de abril de 1506 pelo Papa Júlio II. Inicialmente projetada por Donato Bramante, a basílica seria erguida sob a forma de uma cruz grega, porém após sua morte em 1514 teve seu projeto modificado.
    Uma comissão, formada por Rafael, Fra Giocondo e Giuliano da Sangallo, reprojetou a basílica como uma uma cruz latina com três naves, sendo que no cruzeiro existiria uma cúpula que, localizada sobre o altar, se alinharia com a sepultura do apóstolo São Pedro.
   Após a morte de Rafael, em 1520, novos arquitetos assumiram o projeto, sendo eles: Antonio da Sangallo, Baldassarre Peruzzi e Andrea Sansovino. Em 1527, Paulo III confiou a Antonio da Sangallo o controle total da obra. Este, por sua vez, retomou algumas idéias do plano de Bramante, erguendo uma parede divisória entre a nova Basílica e a antiga, ainda em uso. Em 1546, com a morte de Sangallo, Paulo III confiou a Michelangelo a chefia da arquitetura.

    O interior da basílica foi preenchido com muitas obras-primas do Renascimento e do Barroco. Entre elas, a mais famosa, a escultura denominada "Pietá", de Michelangelo. O interior da cúpula foi decorado com composições de mosaicos formando uma figura que ilustra os círculos angelicais do céu, com Deus Pai em seu cume.
http://www.lmc.ep.usp.br/people/hlinde/estruturas/saopedro.htm

VISITE AGORA MESMO A:

LOGO EM SEGUIDA TESTE SEUS CONHECIMENTO SOBRE A REFORMA PROTESTANTE NO JOGO ABAIXO:



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Qual a relação entre o Chapolin e o Renascimento?

     Como todos sabemos, Chespirito gosta muito dos grandes clássicos da Literatura Universal, dos grandes clássicos do cinema e de biografias dos grandes vultos da história do mundo.
    Esse episódio é bastante divertido e curiosamente, no Brasil, possui duas dublagens. A primeira e mais clássica é a mais exibida; já a segunda o Brasil só viu uma vez, quando o SBT exibiu um especial intitulado ‘Quinta-Comédia’ no dia 20 de agosto de 1998.
    Conta a história de um pintor que tem seus dois quadros principais estragados pela empregada, que achou que eram manchas horríveis de tinta e decidiu passar um pano para removê-las.
     Um desses quadros deveria ser entregue ao General Vivar naquele dia, senão ele seria fuzilado. Chama o Chapolin para ajudá-lo e o mesmo começa a contar-lhe a história de Leonardo da Vinci, que tinha um problema idêntico ao dele, pois sua empregada destruiu o quadro do mecenas Lorenzo de Médici, que deveria ser entregue naquele dia.
     A conselho da própria empregada, ele pega a sua mais conhecida obra-prima, que ainda estava em confecção (faltava o rosto) – o famosíssimo quadro da Mona Lisa – e começa a pintar o rosto de Médici. Leonardo entrega-lhe e diz que não sabe por que, mas tem a impressão de haver posto a perder sua obra-prima. A história termina.
     O pintor diz ao Chapolin que esta solução não lhe serve. Primeiro, porque ele não possui um quadro ao qual falte apenas o rosto e depois, não seria capaz de pintar um quadro em poucos minutos, como fez Leonardo.
     O General Vivar chega e exige o retrato. Chapolin entrega-lhe o retrato do pai do pintor. O mesmo se desespera e diz que aquele não é o retrato do General. Chapolin diz que é idêntico ao General. O pintor pergunta onde está a semelhança. E Chapolin vira o quadro de ponta-cabeça mostrando a real semelhança com o General. Termina o episódio com a famosíssima frase: ‘Não contavam com minha astúcia’.
Fonte: http://www.sambariocarnaval.com/colunasturmach/valette05.html

     Chespirito tentou ilustrar um ambiente renascentista fazendo inclusive várias citações ao período durante o episódio, vários elementos podem ser percebidos como tentativas de retratar este momento histórico como, por exemplo, o mecenas Lorenzo de Médici interpretado pelo ator Edgar Vivar, o cenário repleto de quadros, a Monalisa, além de aspectos da própria trajetória de Leonardo Da Vinci como inventor.

Assista ao episódio agora mesmo:

Episódio: O pintor
Roberto Bolaños: Leonardo da Vinci / Chapolin
Florinda Meza: A empregada
Rubén Aguirre: O pintor
Edgar Vivar: Lorenzo de Médici / General Vivar

Parte 1: O Pintor



Parte 2: O Pintor



     Agora comente as suas impressões sobre o episódio e sua relação com o período renascentista de Leonardo Da Vinci:
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Faça uma visita ao Museu do Louvre agora mesmo...

Quem passa por Paris logo descobre que uma visita ao Museu do Louvre  é obrigatória, não só por ele ser um dos maiores e mais célebres museus do Planeta, o que por si só justificaria sua exploração, mas também por sua não menos famosa arquitetura.

Situado no centro da cidade-luz, entre o Rio Sena e a Rue de Rivoli, este prédio inusitado é constituído por uma pirâmide de vidro em seu pátio central, que se justapõe à linha dos Champs-Élysées.

É impossível entrar neste Museu sem passar pela Pirâmide, a qual tem 21 metros de altura e duzentas toneladas de vidro e de traves. Este fenômeno da arquitetura é submetido a uma limpeza semanal por um robô, criado justamente para desempenhar esta tarefa. Já no seu interior, quem por ele excursiona se verá entre obras ancestrais e criações contemporâneas, caminhará entre a Mona Lisa, a Vitória de Samotrácia e a Vênus de Milo, bem como terá contato com objetos do Antigo Egito e da civilização greco-romana.
Fonte: www.infoescola.com

Faça uma Visita Virtual ao Museu do Louvre
(ao entrar no site clique na imagem que desejar e depois em view para realizar a visita aos espaços desejados)


SUA MISSÃO NESTA VISITA SERÁ ENCONTRAR A MONALISA!!

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Descoberta Arqueológica: Texto mais antigo da Europa é encontrado na Grécia


ATENAS, 5 Abr 2011 (AFP) -Uma tábua de cerâmica com mais de 3 mil anos, com o texto (decifrável) mais antigo da Europa, foi encontrada em um sítio arqueológico do Peloponeso, na Grécia, informou nesta terça-feira à AFP um arqueólogo da Universidade do Estado do Missouri (EUA).

"Esta tábua sugere que a escrita é muito mais antiga do que se acreditava até o momento", explicou o arqueólogo Michael Cosmopoulos em e-mail enviado à AFP.

Ao que parece, trata-se de um "documento financeiro" procedente de uma cidade da antiga região de Messênia.

A tábua de cerâmica foi descoberta em exsavações na colina de Iklena, aldeia do departamento de Messênia, 300 km a sudoeste de Atenas.

A artefato tem um século a mais que as tábuas já descobertas até o momento, destacou o arqueólogo.

"Trata-se da placa de argila cozida (com escrita) mais antiga já descoberta na Grécia, o que a torna a mais antiga da Europa", disse Cosmopoulos.

"Em um dos lados da tábua figuram nomes e cifras, e do outro lado um verbo relativo à confecção".

A inscrição está em Linear B, uma escrita utilizada pelos micênios da idade do bronze (1600 anos antes de Cristo), na época da Guerra de Tróia descrita na Ilíada de Homero.

As escavações, sob a supervisão da Escola de Arqueologia de Atenas, começaram em 2006 e já revelaram ruínas de uma enorme estrutura com grandes muralhas de entre 1550-1440 a.C.

Segundo Cosmopoulos, o local foi destruído provavelmente no ano 1400 a.C, antes de ser invadido pelo reino de Pilos, cujo rei, Nestor, é mencionado na Ilíada. 
Fonte: site do uol notícias

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Conheça o Mito do Minotauro e ajude Teseu a sair do Labirinto

O Minotauro (touro de Minos) é uma figura mitológica criada na Grécia Antiga. Com cabeça e cauda de touro num corpo de homem, este personagem povoou o imaginário dos gregos, levando medo e terror. De acordo com o mito, a criatura habitava um labirinto na Ilha de Creta que era governada pelo rei Minos.

Conta o mito que ele nasceu em função de um desrespeito de seu pai ao deus dos mares, Poseidon. O rei Minos, antes de tornar-se rei de Creta, havia feito um pedido ao deus para que ele se tornasse o rei. Poseidon aceita o pedido, porém pede em troca que Minos sacrificasse, em sua homenagem, um lindo touro branco que sairia do mar. Ao receber o animal, o rei ficou tão impressionado com sua beleza que resolveu sacrificar um outro touro em seu lugar, esperando que o deus não percebesse.

Muito bravo com a atitude do rei, Poseidon resolve castigar o mortal. Faz com que a esposa de Minos, Pasífae, se apaixonasse pelo touro. Isso não só aconteceu como também ela acabou ficando grávida do animal. Nasceu desta união o Minotauro. Desesperado e com muito medo, Minos solicitou a Dédalos que este construísse um labirinto gigante para prender a criatura. O labirinto foi construído no subsolo do palácio de Minos, na cidade de Cnossos, em Creta.

Após vencer e dominar, numa guerra, os atenienses , que haviam matado Androceu (filho de Minos), o rei de Creta ordenou que fossem enviados todo ano sete rapazes e sete moças de Atenas para serem devorados pelo Minotauro.

Após o terceiro ano de sacrifícios, o herói grego Teseu resolve apresentar-se voluntariamente para ir à Creta matar o Minotauro. Ao chegar na ilha, Ariadne (filha do rei Minos) apaixona-se pelo herói grego e resolve ajudá-lo, entregando-lhe um novelo de lã para que Teseu pudesse marcar o caminho na entrada e não se perder no grandioso e perigoso labirinto. Tomando todo cuidado, Teseu escondeu-se entre as paredes do labirinto e atacou o monstro de surpresa. Usou uma espada mágica, que havia ganhado de presente de Ariadne, colocando fim aquela terrível criatura. O herói ajudou a salvar outros atenienses que ainda estavam vivos dentro do labirinto. Saíram do local seguindo o caminho deixado pelo novelo de lã.

O mito do Minotauro foi um dos mais contados na época da Grécia Antiga. Passou de geração em geração, principalmente de forma oral. Pais contavam para os filhos, filhos para os netos e assim por diante. Era uma maneira dos gregos ensinarem o que poderia aconteceu àqueles que desrespeitassem ou tentassem enganar os deuses. 
Fonte: www.suapesquisa.com

Agora tente sair do labirinto do Minotauro:

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Para que serve a história?

Há várias definições de história e muitos modos de conceituá-la. A partir de agora, podemos dizer então,  que a história estuda tudo o que está relacionado à presença, às atividades, aos gostos e às maneiras de ser das pessoas e dos acontecimentos.
História é basicamente uma experiência humana; um constante construir, desconstruir e reconstruir. Por isso, acreditamos que a História é uma área do conhecimento que está em permanente construção.

Os caminhos da história

Ao voltarmos no tempo, encontraremos a utilização da palavra historia, pela primeira vez, na Grécia Antiga. Ela origina-se de histor, palavra grega que significa testemunho. Depois, a história foi identificada como narração, isto é, o historiador seria um memoralista escrevendo, no presente, sobre os acontecimentos do passado. Mais tarde, ela continuou sendo entendida como narrativa, mas ganhou uma finalidade didática – ensinar e criar modelos de comportamento para os seres humanos. Esse jeito de se fazer História, apesar das alterações sofridas na metade da Idade Moderna, prosseguiu desde a Antiguidade até o século XX.
           
A partir do século XVIII, existia uma história interessada em explicar acontecimentos realmente significativos e em relacionar os fatos entre si. No século XIX, a forma de pensar e escrever a História passou por grandes transformações. Os historiadores tentavam  estabelecer bases científicas para o estudo dos fatos e descobrir leis que explicassem, sempre acompanhados por farta documentação.
A partir do século XX, os historiadores, para explicar o desenvolvimento da História, passaram a valorizar ainda mais as relações econômicas entre pessoas, grupos e povos. Assim, ela deixou de ser apenas uma narrativa para se transformar em “possibilidades interpretativas do passado”. Cabe, portanto ao historiador interpretar as sociedades humanas do passado e não apenas narrar os fatos, datas e personalidades.

Como você pode observar, a História vai além da sua história, do seu nome, da sua idade e do lugar em que você mora. Começou bem antes do seu nascimento, continua até agora e nós poderíamos passar muito tempo falando a respeito dela. Todas as pessoas têm  uma história. E não são apenas as pessoas. Tudo tem história: a música que ouvimos, as roupas que vestimos, os alimentos que comemos, os seres humanos, as cidades, os países, o mundo. 
Fonte: www.sohistoria.com.br

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Teatro: A Vida de Galileu

VIDA DE GALILEU
(BERTOLD BRECHT:1898 - 1956)


“GALILEU: Você entendeu o que eu lhe expliquei ontem?
ANDREA: O quê? Aquela história do Copérnico e da rotação?
GALILEU: É.
ANDREA: Não. Por que o senhor quer que eu entenda? É muita difícil, e eu ainda não fiz onze anos, vou fazer em outubro.
GALILEU: Mas eu quero que também você entenda. É para que se entendam essas coisas que eu trabalho e compro livros caros em lugar de pagar o leiteiro.
ANDREA: Mas eu vejo que o Sol de noite não está onde estava de manhã. Quer dizer que ele não está parado! Nunca e jamais.
GALILEU: Você vê! O que é que você vê? Você não vê nada! Você arregala os olhos, e arregalar os olhos não é ver. (Galileu põe a bacia de ferro no centro do quarto). Bem imagine que isso é o Sol. Sente-se aí. (Andréa senta-se na única cadeira; Galileu está de pé, atrás dele) Onde está o Sol, à direita ou à esquerda?
ANDREA: À esquerda.
GALILEU: Como fazer para ele passar para a direita?
ANDREA: O senhor carrega a bacia para a direita, claro.
GALILEU: E não tem outro jeito? (Levanta Andrea junto com a cadeira do chão, faz meia volta com ele) Agora, onde é que o Sol está?
ANDREA: À direita.
GALILEU: E ele se moveu?
ANDREA: Ele, não.
GALILEU: E o que é que se moveu?
ANDREA: Eu.
GALILEU (berrando): Errado, seu burro! A cadeira!
ANDREA: Mas eu com ela!
GALILEU: Claro. A cadeira é a Terra. Você está em cima dela.
(A empregada entra para fazer a cama e assiste à cena).
DONA SARTI: Senhor Galileu, o que o senhor está fazendo com o meu menino?
GALILEU: Eu o estou ensinando a ver”.