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XADREZ, VAMOS PRATICAR?


As peças no jogo antecessor ao xadrez eram muito limitadas em seus movimentos: o elefante (o antecessor do moderno bispo) somente podia mover-se em saltos por duas casas nas diagonais, o vizir (o antecessor da dama) somente uma casa nas diagonais, os peões não podiam andar duas casas em seu primeiro movimento e não existia ainda o roque. Os peões somente podiam ser promovidos a vizir que era a peça mais fraca, depois do peão, em razão da sua limitada mobilidade.
Por volta do ano de 1200, as regras do xadrez começaram a sofrer modificações na Europa e aproximadamente em 1475, deram origem ao jogo assim como o conhecemos nos dias de hoje. As regras modernas foram adotadas primeiramente na Itália (ou, segundo outras fontes, na Espanha): os peões adquiriram a capacidade de mover-se por duas casas no seu primeiro movimento e de tomar outros peões en passant, enquanto bispos e damas obtiveram sua mobilidade atual. A dama tornou-se a peça mais poderosa do jogo. Estas mudanças rapidamente se difundiram por toda a Europa Ocidental, com exceção das regras sobre o empate, cuja diversidade de local para local somente se consolidou em regras únicas no início do Século XIX.
Por esta época iniciou-se o desenvolvimento da teoria enxadrística. A mais antiga obra impressa sobre o xadrez, Repetición de Amores y Arte de Ajedrez, escrito pelo sacerdote espanhol Luís de Lucena, foi publicado em Salamanca no ano de 1497. Lucena e outros antigos mestres do Séculos XVI e XVII, como o português Pedro Damiano de Odemira, os italianos Giovanni Leonardo Di Bonna, Giulio Cesare Polerio, Gioacchino Greco e o bispo espanhol Ruy López de Segura, desenvolveram elementos de aberturas e defesas, tais como Abertura Italiana, Ruy López e o Gambito do Rei, além de terem feito as primeiras análises sobre os finais.

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CULINÁRIA TROPEIRA

Desde os tempos do Brasil-colônia o transporte das mais diversas mercadorias era feito por tropas a cavalo ou em lombos de burros, guiados pelos tropeiros. Até a metade do século XX, eles cortaram ainda boa parte do interior do país conduzindo gado. O feijão misturado a farinha de mandioca, torresmo, lingüiça, ovos, alho, cebola e temperos, tornou-se um prato básico do cardápio desses homens.
Daí a origem do nome feijão tropeiro. A era dos tropeiros em São Paulo e Minas Gerais também originou a comida caipira, um conjunto de pratos típicos do interior, preparada originalmente no fogo-de-chão na trempe, com as panelas ficavam apoiadas em pedras em formato de triângulo ou penduradas em uma armação no estilo tripé, arco ou trave, por cima do fogo.
Com o passar dos tempos ganhou altura e formato no que é hoje o fogão a lenha, onde normalmente é feita a maioria dos pratos. Os tropeiros bandeirantes e mineiros tiveram grande influência da disseminação das receitas, misturas, bebidas e doces da culinária caipira: leitão à pururuca, cuscuz caipira de legumes, pamonha, arroz tropeiro, bolinho caipira, vaca atolada, frango caipira,  furrundum de cidra e farofa de lingüiça.
A lista de iguarias inclui também o fraldinha em panela de ferro, caipirinha, paçoca de amendoim, canjica com costelo de porco, goiabada, virado à paulista, afogado, bolinho de mandioca, rabada, pé-de-moleque, pinhão quente, batata assada ao forno, cará cozido, cuscuz de bagre, cabidela miúda, quentão, farofa de içá, rosquinhas de pinga, doce de bananinha e o tradicional angu.
Prato típico da culinária mineira, o angu é preparado geralmente com fubá (farinha) de milho e água, sem a adição de sal. Em muitas regiões, o angu é conhecido como polenta. Além da farinha de milho, pode ser preparado com farinha de mandioca. Na primeira metade do século XIX, o célebre artista francês Jean-Baptiste Debret, em “Voyage pittoresque et historique au Brésil”, descreve o preparo do angu: (FONTE: http://www.upira.com.br/butecodomax/?p=26844)

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VÍDEO: EXPANSÃO TERRITORIAL

Na teleaula O território se amplia, você verá como ocorreu a expansão territorial do Brasil. Aprenderá que o Norte do país foi ocupado por missões religiosas, fortes e colonos, atrás de índios e das drogas da Amazônia. Além disso, saberá que a região Centro-Oeste teve suas fronteiras esticadas devido à ação dos bandeirantes paulistas e, no Sul, a expansão se deu aos poucos, por colonos e exploradores.




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Trabalho: Maquete (6 série)

Os objetivos deste trabalho são: desenvolver o conceito de feudalismo nas esferas políticas, econômicas e sociais além de promover a compreensão da organização estrutural dos feudos medievais.