A Revolução de 1930, que pôs fim à Primeira República, foi, para muitos historiadores, o movimento mais importante da história do Brasil do século XX. Foi ela quem, para o historiador Boris Fausto, acabou com a “hegemonia da burguesia do café, desenlace inscrito na própria forma de inserção do Brasil, no sistema capitalista internacional”.
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A Revolução de 1930, que pôs fim à Primeira República, foi, para muitos historiadores, o movimento mais importante da história do Brasil do século XX. Foi ela quem, para o historiador Boris Fausto, acabou com a “hegemonia da burguesia do café, desenlace inscrito na própria forma de inserção do Brasil, no sistema capitalista internacional”.
REVOLUÇÃO DE 1930
A Revolução de 1930, que pôs fim à Primeira República, foi, para muitos historiadores, o movimento mais importante da história do Brasil do século XX. Foi ela quem, para o historiador Boris Fausto, acabou com a “hegemonia da burguesia do café, desenlace inscrito na própria forma de inserção do Brasil, no sistema capitalista internacional”.
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"História Digital" e as três fases da Pré-História
O site História Digital é um dos grandes colaboradores deste blog e contém muitas ideias interessantes sobre os assuntos abordados em História. Um deles é justamente sobre os três períodos da Pré-História.
A Pré-História corresponde a um longo período de 3,6 milhões de anos. Termina com o surgimento da escrita, há 4 mil anos. É importante conhecer a fundo este período histórico, pois foi naquele tempo que as mudanças tecnológicas transformaram a forma com que o ser humano se relacionava com a natureza. Esta lista ajuda a conhecer um pouco mais desta trajetória.
Para conhecer mais sobre este período clique nos links abaixo:
FASES DA PRÉ-HISTÓRIA
Jogo sobre o Paleolítico
Jogo sobre a Idade dos Metais
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Assista e visite a Pré-História aqui...
A Caverna de Lascaux se tornou notável na arqueologia, devido à grande quantidade de pinturas rupestres em seu interior. Estas pinturas ajudam a compreender, ainda que de forma limitada, a forma como nossos antepassados viviam na pré-história. Suas cenas de caça e desenhos de animais desvendam o cotidiano de uma cultura milenar, em uma fantástica visita virtual.
No link abaixo é possível fazer a visita:
Caverna de Lascaux: Montignac, França. Lascaux é um complexo de cavernas, famoso pela suas pinturas rupestres. A disposição da caverna, cujas paredes estão pintadas com bovídeos, cavalos, cervos, cabras selvagens e felinos, permite pensar tratar-se de um santuário, criado há aproximadamente 17 mil anos atrás.
Fonte: http://www.historiadigital.org/historia-geral/pre-historia/visita-virtual-a-caverna-de-lascaux/
Assista os vídeos abaixo para compreender melhor a Pré-História:
NA SERRA DA CAPIVARA (BRASIL)
REVOLUÇÃO AGRÍCOLA
ANIMAÇÃO: TEMPO DAS CAVERNAS
PRÉ-HISTÓRIA AMERICANA
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VISITE O LINK DO SÃO BENTO ABAIXO E ESCREVA NO CADERNO OS PRINCIPAIS FATOS DA HISTÓRIA DESTE TIME:
CORINTHIANS
SANTOS
MOSTRE SUA HABILIDADE NO JOGO ABAIXO:
Futebol e História: encontre o seu time...
Peço licença aos meus alunos para comentar um assunto que atrai milhares de pessoas pelo mundo e movimenta uma economia que impressiona qualquer um. Contudo, a minha intenção não é escrever sobre as inúmeras atitudes questionáveis dos clubes brasileiros ao longo da história (o que daria umas quinhentas postagens a começar pelo presidente da CBF!).
VISITE O LINK DO SÃO BENTO ABAIXO E ESCREVA NO CADERNO OS PRINCIPAIS FATOS DA HISTÓRIA DESTE TIME:
O que você acha de visitar a História do seu time do coração? Para isso clique nos links abaixo:
SANTOS
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Este vídeo sobre Canudos e Contestado: Guerras de Deus e do Diabo, aborda aspectos referentes a Guerra de Canudos e a Guerra do Contestado. Mostra o desfecho da Guerra de Canudos e inicia o desenrolar da Guerra do Contestado, apresentando suas causas, seus principais líderes e suas demais características.
CANUDOS E O CONTESTADO EM VÍDEO

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CICLO DO OURO
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Na História do Brasil, o ciclo do ouro é compreendido como o período em que vigorou a extração e exportação do ouro como principal atividade econômica na fase colonial do país. Ocorrera após o declínio da produção açucareira no Brasil, época em que Portugal buscara novas fontes de renda na colônia.
As primeiras minas foram encontradas pelos bandeirantes no atual estado de Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso. O auge do ciclo do ouro no século XVIII, gerou uma grande corrida em busca do metal precioso.
A extração exigia investimentos em mão-de-obra, equipamentos e a aquisição de terrenos auríferos. A extração do ouro ficou nas mãos dos grandes proprietários rurais e comerciantes.
A Coroa Portuguesa adquiria lucro por meio da cobrança de taxas e impostos, ou seja , o explorador que encontrasse e extraísse o ouro deveria pagar o quinto à Coroa Portuguesa. O imposto era cobrado pelas Casas de Fundição, onde as pedras eram derretidas e transformadas em barras.
O quinto significava 20% (um quinto, daí o nome do imposto) de cada quantidade apresentada e era encaminhada para Portugal. Porém, haviam desvios e sonegações que, quando descobertos, eram penalizados duramente.
Além do quinto, havia a derrama que exigia o envio anual de 1500 kg de ouro para Portugal; e a capitação, imposto cobrado por cada escravo utilizado como mão-de-obra na extração das minas.
ACESSE O RESUMO DO CONTEÚDO SOBRE O CICLO DO OURO
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Atividade 1: O Golpe de 1964
DIA DA MENTIRA:
No dia 27 de março de 1964, o governador da Guanabara, Carlos Lacerda (1914-1977), mandou a família para a casa de amigos e resolveu dormir no Palácio Guanabara. Apelidado de “O Corvo”, por seu nariz adunco e sua participação na crise que levou ao suicídio de Getulio em agosto de 1954, o conspirador via chegada a hora do acerto de contas com seus inimigos políticos. Em sua avaliação, a situação do país tinha atingido o ponto de não retorno. O sinal verde para o golpe abriu-se com a Revolta dos Marinheiros e o discurso radical do presidente João Goulart no Automóvel Clube, no dia 30 de março, para um público de sargentos e suboficiais.
A radicalização de Goulart dava ares de verdade à mensagem de que ele se rendia ao comunismo. No começo de março, com a adesão do sempre cauteloso general Castello Branco ao movimento, a relação de forças no seio das Forças Armadas começara a pender a favor do golpe. Mas ainda pairava no ar o fantasma de um confronto com o “dispositivo militar” do presidente, comandado pelo chefe da Casa Militar, general Assis Brasil. Chegou-se a uma situação na qual o que contava era a capacidade de cada lado de arregimentar legiões.
Respeitado no Exército, Castello Branco sabia que, sem o apoio da maioria dos oficiais, o movimento anti-Goulart fracassaria. No campo civil, as “Marchas da Família com Deus pela Liberdade” tinham feito seu papel, permitindo dizer que o povo brasileiro chamava as Forças Armadas para salvar o país do comunismo.
Na manhã de 31 de março, o general recebeu com irritação a notícia de que a ala mineira da rebelião resolvera precipitar os acontecimentos. Carlos Luiz Guedes, comandante da Infantaria Divisionária 4, e Olympio Mourão Filho, chefe da 4ª Divisão de Infantaria, de Juiz de Fora, agiam em acordo com o governador Magalhães Pinto. Por volta das 7 horas da manhã do dia 31 de março, o general Castello Branco ligou para Magalhães pedindo que convencesse Mourão a não deslocar seus homens para o Rio de Janeiro. Não obteve sucesso. Batizada de “Coluna Tiradentes”, a tropa saiu de Juiz de Fora à tarde, sob o comando do general Antonio Carlos Muricy, atingindo a divisa com o Rio de Janeiro no final do dia.
Jango resolveu deixar o Rio de Janeiro pouco antes das 13 horas, embarcando para Brasília. O ministro da Justiça, Abelardo Jurema, foi detido no Aeroporto Santos Dumont e levado para a Escola de Comando e Estado Maior do Exército, na Urca, um dos centros nervosos do movimento. No Recife, às 20 horas, tropas do Exército prenderam o governador Miguel Arraes, conduzido a um quartel, de onde seria transferido, no dia 2, para Fernando de Noronha.
Às 23h30, Goulart voou para Porto Alegre, onde esperava resistir com apoio do Exército. De madrugada, com o Congresso Nacional cercado por tropas militares e sob protesto de um grupo de parlamentares, seu presidente, o senador Auro de Moura Andrade, declarou a vacância da Presidência, embora o presidente ainda estivesse em território nacional. Às 11h45 do dia 2 de abril, ele fugiu para São Borja, dali rumando para uma fazenda no Uruguai.
Por alguns dias, para dar uma aparência de legalidade ao golpe, a Presidência da República passou a ser ocupada pelo presidente da Câmara dos Deputados, Ranieri Mazzilli. Conduzido ao Planalto “em um carro literalmente coberto por homens armados”, como relatou o terceiro secretário da Embaixada Americana em Brasília, Robert Bentley, Mazzilli tomou o poder na calada da noite. Ainda no dia 2, os Estados Unidos reconheceram o novo regime. Começava o período da oficialmente chamada Revolução Democrática de 1964.
João Roberto Martins Filho é professor da Universidade Federal de São Carlos e organizador de O golpe de 1964 e o regime militar: novas perspectivas (Edufscar, 2006).
Para completar esta atividade com o objetivo de entender o Golpe de 1964:
Pesquise:
a) Os personagens citados
b) O eventos em negrito
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